A quanto me obrigas tu, coração, que me fazes estar inquieto quando devia estar tranquilo.
A quanto me obrigas tu, sonho, que me fazes sonhar quando no fundo o que eu queria era amar.
A quanto me obrigas tu, cabecinha, que me fazes pensar quando me devia deixar levar.
A verdade é que ultimamente não tenho estado tranquilo, ou pelo menos, tão tranquilo como gostaria.
Faltam-me acertar alguns pormenores comigo mesmo.
Falta-me aceitar algumas coisas em mim mesmo.
Falta-me olhar sempre de cabeça erguida para o futuro, sem nunca vacilar.
Há já algum tempo que não me sentia assim, mas acho que é normal, depois de tudo o que remexi, pensei, sonhei, acreditei. Acho que é normal, agora não estar assim tão estável.
Porque depois de dizer para mim tanta vez que devia seguir sempre o meu coração, ir contra ele, torna-se uma pouco uma "tortura". Principalmente quando não vejo o fim deste caminho que percorro, nem faço a mínima ideia onde ele me leva.
Mas vou continuando a acreditar, um pouquinho de cada vez, um dia de cada vez. Acreditar que mereço o melhor e que o "melhor" espera por mim.
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domingo, 27 de novembro de 2011
domingo, 12 de dezembro de 2010
Quantas vezes...
...me perguntei se em algum momento te lembraste de mim. Se em algum momento sentiste a minha falta. Se em algum momento tiveste saudades nossas, dos nossos passeios, das nossas conversas. Se algum dia te arrependeste. Se alguma noite choraste por mim. Se, se, se...
Tantas vezes me questionei, vezes sem conta, repetidamente, sem nunca ter alguma resposta.
Quantas vezes pensei eu em ti, enquanto passeava sozinho, enquanto passeava acompanhado, quando via algo que gostava, quando estava feliz e te queria contar, quando estava triste e queria um pequeno mimo.
Milhões de vezes pensei eu em ti, pensando eu que nunca sairias do meu pensamento. A verdade é que já não sendo uma constante na minha vida, ainda surges bastantes vezes.
E especialmente, em alturas que me dizem bastante como são os meses de Dezembro e Janeiro e os meses de férias... Isto porquê? Porque foram neles que tive as memórias mais marcantes contigo.
Em Dezembro foi quando nos começamos a dar e não sabes as saudades que sinto quando estou em casa e sinto o desejo, de estar apaixonado, e de ser reciproco. A vontade e desejo de estar com aquela pessoa, esteja frio ou a chover.
Os passeios que davam contigo naqueles dias gelados, gelados, mas com um sol de "Verão". Adorava sentir o frio agarrado a ti...
Adorava sair de um exame e ir passear contigo, esquecer se correu bem ou mal e entregar-me só a ti e a nós.
Foram coisas que me marcaram e nestas alturas é quando sinto mais a falta e por consequência que me lembro mais de nós.
Já não é o amor que me prende a ti, mas sim aquilo que fomos, o carinho que restou, apesar de tudo o que se passou. Quero-te bem, desejo-te tudo de bom e gosto de te ver com um sorriso nos lábios. Mas também tenho uma saudade imensa de te abraçar, de te tocar, de te beijar. É algo que me habituei a lidar, mas há dias que é mais difícil, há alturas em que custa mais.
E porquê senti eu necessidade de escrever hoje sobre isto... Simplesmente porque ultimamente tenho sentido a tua falta, a falta de alguém...
Não existe ninguém novo na minha vida, não vejo nada no horizonte...
Ou melhor até poderia haver, mas foi algo que "morreu à nascença", algo que não foi permitido se desenvolver. E assim um dia de cada vez, vou tentando aproveitar o melhor possível. Uns dias com mais saudade, outros com menos, mas sempre contigo no coração.
Porque um dia foste... E ainda és...
P.S: Bem sei que há já algum tempo que nada dizia, mas escrevo quando sinto vontade e também quando o tempo me permite, e como andei ocupado, não tive grandes oportunidades de reflectir naquilo que sentia.
Tantas vezes me questionei, vezes sem conta, repetidamente, sem nunca ter alguma resposta.
Quantas vezes pensei eu em ti, enquanto passeava sozinho, enquanto passeava acompanhado, quando via algo que gostava, quando estava feliz e te queria contar, quando estava triste e queria um pequeno mimo.
Milhões de vezes pensei eu em ti, pensando eu que nunca sairias do meu pensamento. A verdade é que já não sendo uma constante na minha vida, ainda surges bastantes vezes.
E especialmente, em alturas que me dizem bastante como são os meses de Dezembro e Janeiro e os meses de férias... Isto porquê? Porque foram neles que tive as memórias mais marcantes contigo.
Em Dezembro foi quando nos começamos a dar e não sabes as saudades que sinto quando estou em casa e sinto o desejo, de estar apaixonado, e de ser reciproco. A vontade e desejo de estar com aquela pessoa, esteja frio ou a chover.
Os passeios que davam contigo naqueles dias gelados, gelados, mas com um sol de "Verão". Adorava sentir o frio agarrado a ti...
Adorava sair de um exame e ir passear contigo, esquecer se correu bem ou mal e entregar-me só a ti e a nós.
Foram coisas que me marcaram e nestas alturas é quando sinto mais a falta e por consequência que me lembro mais de nós.
Já não é o amor que me prende a ti, mas sim aquilo que fomos, o carinho que restou, apesar de tudo o que se passou. Quero-te bem, desejo-te tudo de bom e gosto de te ver com um sorriso nos lábios. Mas também tenho uma saudade imensa de te abraçar, de te tocar, de te beijar. É algo que me habituei a lidar, mas há dias que é mais difícil, há alturas em que custa mais.
E porquê senti eu necessidade de escrever hoje sobre isto... Simplesmente porque ultimamente tenho sentido a tua falta, a falta de alguém...
Não existe ninguém novo na minha vida, não vejo nada no horizonte...
Ou melhor até poderia haver, mas foi algo que "morreu à nascença", algo que não foi permitido se desenvolver. E assim um dia de cada vez, vou tentando aproveitar o melhor possível. Uns dias com mais saudade, outros com menos, mas sempre contigo no coração.
Porque um dia foste... E ainda és...
P.S: Bem sei que há já algum tempo que nada dizia, mas escrevo quando sinto vontade e também quando o tempo me permite, e como andei ocupado, não tive grandes oportunidades de reflectir naquilo que sentia.
sábado, 13 de novembro de 2010
Não é fácil...
...quando não se sabe bem o que se sente.
Não sei se gosto de ti, ou se é apenas uma atracção. Mas também não sei se me quero deixar levar nesta onda, pois parece-me que não tens grande interesse em mim.
Também não sei se me deva "controlar" ou tentar controlar, pois quero que o coração faça o que ache melhor, o problema é que ao mesmo tempo tenho medo que me vá apaixonar em vão...
O interesse por ti é patente, mas penso que talvez se me "afastar" um pouco passará...
Há já bastante tempo que não sinto nada de especial por ninguém que já nem sei o que é que se sente, ou como se começa algo... Quando penso no passado parece que aconteceu tudo de uma forma natural que quando acho que estou a fazer por criar algo, me parece artificial, e fico com dúvidas se realmente é isto que sinto ou se é apenas o que quero sentir.
Ao mesmo tempo que penso nisto, há dias em que acho que ainda mexes um pouco comigo. E não sei se não será apenas um carinho especial que reti por ti, ou se ainda existe alguma remanescência do amor que senti por ti.
Parece isto tudo muito complicado, gosto mais de achar que não é fácil, mas apesar da confusão que aqui descrevi isto não me tem "retirado" horas de sono, apenas não sei que caminho seguir ou que caminho quero seguir...
Não sei se gosto de ti, ou se é apenas uma atracção. Mas também não sei se me quero deixar levar nesta onda, pois parece-me que não tens grande interesse em mim.
Também não sei se me deva "controlar" ou tentar controlar, pois quero que o coração faça o que ache melhor, o problema é que ao mesmo tempo tenho medo que me vá apaixonar em vão...
O interesse por ti é patente, mas penso que talvez se me "afastar" um pouco passará...
Há já bastante tempo que não sinto nada de especial por ninguém que já nem sei o que é que se sente, ou como se começa algo... Quando penso no passado parece que aconteceu tudo de uma forma natural que quando acho que estou a fazer por criar algo, me parece artificial, e fico com dúvidas se realmente é isto que sinto ou se é apenas o que quero sentir.
Ao mesmo tempo que penso nisto, há dias em que acho que ainda mexes um pouco comigo. E não sei se não será apenas um carinho especial que reti por ti, ou se ainda existe alguma remanescência do amor que senti por ti.
Parece isto tudo muito complicado, gosto mais de achar que não é fácil, mas apesar da confusão que aqui descrevi isto não me tem "retirado" horas de sono, apenas não sei que caminho seguir ou que caminho quero seguir...
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