segunda-feira, 10 de junho de 2013

Primavera...

A minha estação favorita do ano! Apesar de este ano estar com as voltas um pouco trocadas..
Não gosto de calor em excesso, mas adoro dias de sol com vento frio!

Por estranho que pareça, esta estação torna-me mais sentimental. Faz-me sonhar com mais, com romances impossíveis, aventuras amorosas, encontros imprevistos, finais felizes.

Faz-me acreditar no Amor.
Faz-me sonhar com passeios, com momentos especiais...
Faz-me desejar estar contigo, passear contigo, ver o pôr do Sol abraçado a ti, ficar acordado noite dentro, ver o nascer do sol agarrado a ti.

Dá-me vontade de sair do trabalho e ir ter contigo, nem que seja só para te dar um beijo.
Dá-me vontade de te ir buscar e de te fazer uma surpresa.

A primavera mais que as outras estações faz-me sentir assim. Um eterno apaixonado!

Só falta um pequeno pormenor, Tu. Se há alturas em que passo semanas sem me lembrar de ti, nem pensar em ti. Sem te procurar, nem sequer imaginar encontrar. Nesta estação não há semana que passe sem que sonhe contigo, sem que pense em ti, sem que me lembre de ti.

Pergunto-me se será possível algum dia.. Pergunto-me se estarei à tua altura... Pergunto-me se estarás comigo de alma e coração...

Adoro esta estação, mas é uma estação "complicada" para mim em termos sentimentais.
Fico mais "lamechas", talvez também mais saudosista. Fico com vontade de conhecer de alguém, de me ligar, de me relacionar. De me envolver fisica e psicologicamente.

Dá-me vontade de amar quem não existe, de me entregar a quem não está, de me perder nos teus braços.

E no final de tudo, o que resta é a vontade, os sonhos, as esperanças, o desejo.. Tudo guardado numa caixinha. Uma caixinha que está sempre à mão, porque ainda, na minha inonência, acredito que possa vir a precisar dela. Talvez não seja nem hoje, nem amanhã, nem daqui a semanas ou meses... Mas o dia de amanhã nunca se sabe, e não a quero esconder, para um dia quando dela precisar a possa encontrar facilmente...

No final guardo tudo, para não desperdiçar. Porque se tudo correr bem, outra primavera virá e talvez a possa utilizar.


Tenho saudades tuas Amor...


P.S: Feliz dia de Portugal. Espero que tenham aproveitado bem o feriado, eu aproveitei à minha maneira. Soube-me bem! E agora vou encher-me de forças porque amanhã é dia de trabalho!

terça-feira, 4 de junho de 2013

Um dia convido-te para um café...

E se aceitares, talvez te diga...


Há dias que penso, talvez mais ultimamente...

Não sei se porque te vi, ou simplesmente porque realmente nunca me esqueci...

Não faz sentido, nem quero que faça.


E vamos lá com força, que amanhã é mais um dia e isto são apenas divagações!
 

domingo, 2 de junho de 2013

E hoje vi-te...

...fazia já bastante tempo desde a última vez que te tinha visto ou falado contigo. (A mensagem no dia de anos não conta porque foi apenas uma situação de te dar os parabéns e receber um agradecimento).

Sendo sincero, tinha algumas saudades.

Não sei porquê, quando te vejo sinto sempre algum estranho em mim. Não no mau sentido mas também não sei dizer se num bom sentido.

A verdade é que gosto de falar contigo, sendo que essa oportunidade me foi negada. No entanto, a vontade persiste.

Pareceste-me bem, claro está, isto é o que eu vi em 15/20 minutos de conversa... Mas se assim for o caso, fico contente por saber que estás bem e que as coisas dentro dos possíveis, estão a ir de encontro aos teus objetivos.

 Quanto a mim tenho pena de não falar contigo mais regularmente, mas respeito as decisões e não quero interferir com a vida de ninguém.

Tenho andado tranquilo em relação a estes assuntos, de vez em quando lembro-me ou penso em ti, mas nada de muito relevante. No entanto, ver-te é sempre algo que acaba por mexer comigo de uma forma estranha. Não estou preso a ti, mas também não me esqueci.

É a verdade, não me importa que imagem pode dar, ou que se possa dizer. Gosto de ser sincero comigo mesmo, e especialmente no que diz respeito aos meus sentimentos.

Talvez um dia consiga compreender na totalidade o porquê desde sentimento ou melhor, desta espécie de sentimento.

Foi um encontro inesperado e no qual eu nunca imaginaria. O que me faz pensar mais é o porquê de no meio de tanta gente, num local onde seria muito improvável tu estares, eu mesmo assim ter-te encontrado... Não que ache que tenha algum significado "obscuro", mas independemente disso, pergunto-me "Como?", "Porquê?"...

Em suma, gostei de te ver e de falar contigo. Tinha saudades e como tal considero um aspeto positivo.

Até uma próxima vez, espero eu, poder dizer...

 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Já quase um ano passou...

...e eu nem duas palavras aqui escrevi.

Muita coisa mudou desde a última vez que aqui escrevo, e ao mesmo tempo tão pouco mudou e aconteceu que achei que não tinha nada de novo a acrescentar.

A verdade é que desde agosto de 2012, já eu passei por dois estágios, fui ao Porto, terminei o curso, fui viajar a Itália, fui a Espanha, procurei emprego, não fiz nada, procurei novamente emprego, encontrei um, encontrei outro, saí de um e vou entrar noutro.

Penso que neste pequeno parágrafo resumi os eventos mais importantes da minha vida que ocorreram desde agosto até ao dia de hoje..
E tal como disse no ínicio, tão pouco mudou que facilmente o consigo colocar em 3 linhas.
Ora na realidade nessas três linhas, existem outras histórias pelo meio. Mas histórias comuns da vida de qualquer um. Medos, incertezas, alegrias, tristezas, o comum que todos nós sentimos em cada dia das nossas vidas.

2013 para mim era um ano de grande incerteza e de pouca expetativa.. Sabia que ia terminar o curso mas não sabia o que iria fazer a seguir e ainda hoje procuro ou penso se estou a seguir o melhor caminho ou não...

Trabalho à parte, nas relações ou melhor na falta delas, nada de novo aconteceu, nem acredito que venha a acontecer tão cedo. Afastei-me de certas pessoas, conheci outras... O normal, nada fora do comum.
Sendo que neste momento tenho uma vida onde a palavra "novidade" é tão rara que às vezes até me esqueço do seu significado.
Desde que voltei de Erasmus que tentei voltar a conviver com outras pessoas, em busca de "novidade", em busca de novas experiências. Nesta procura consegui encontrar várias pessoas, sendo que apenas duas ficaram mais marcadas. Uma já terminou o seu período de erasmus, sendo uma das poucas pessoas de quem eu verdadeiramente senti a falta quando me despedi. Foi alguém que acabou por se tornar importante, estando comigo em momentos importantes para mim, e estando também em momentos de lazer.

Sendo que há muito desejava poder passear, mas por falta de companhia adequada não me aventurava, encontrei nela essa pessoa. Nela e na sua amiga, companheiras de passeios, de jantares, de convívio.
Durante os 4 meses de estágio (setembro a dezembro) foram elas quem quebrou a monotonia da minha vida, aquelas que trouxeram novidade e novas experiências.
Apesar de nao ter gostado do estágio, estes momentos que passei ajudavam-me a ter enfrentar cada nova semana com outro ânimo.

Conheci outras pessoas pelo meio, mas que por razões que desconheço não me foi dada a oportunidade de conhecer melhor. Este foi o último ano para mim em que me envolvi diretamente nestas coisas de Erasmus... Entrei porque procurava encontrar um pouco daquilo que tinha "perdido" do que tinha deixado para trás. A verdade é que apesar de ter tido um ligeiro sucesso, não teve comparação com a minha experiência anterior. E quando se conhece alguém com quem realmente se tem empatia, custa sempre saber que dentro em breve essa pessoa partirá. Podemos ficar amigos à mesma, visitar-nos de quando em quando, mas não é a mesma coisa.

Enfim isto tudo para dizer que a experiência foi boa, mas não aquilo que eu gostaria.


Tenho andado tranquilo e bem disposto. A vida não corre bem como eu queria, mas não posso ser pessimista e resmungão e reclamar... Porque sendo sincero não tenho assim tanta razão de queixa.

Tenho evitado pensar em determinados assuntos, até porque muitas vezes nem tenho nada em que pensar, dada a falta de novidade nesses campos. Não sei dizer se passarei a escrever aqui mais regularmente agora, ou se estarei mais uma grande temporada sem nada escrever. Depende de muita coisa, mas essencialmente depende de mim.

Segunda feira começa uma nova etapa para mim, espero estar à altura dos desafios que se aproximam, e espero também que tenha sido a escolha mais correta neste momento. Não é o que eu mais queria, mas é sem dúvida passos na direção do meu objetivo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Ausência..

Estou vivo.. Mas há muito que não escrevo.

Fui relembrado disso, hoje, por uma amiga.
A verdade é que desde que vim de Erasmus que talvez não me tenha apetecido refletir muito.

Os dias tem-se passado numa grande rotina, fora os fins de semana que sempre dá para variar um pouco. Mas passam tão depressa que quando dou por isso já é segunda novamente, e a rotina está de volta.

A verdade é que tenho saudades da minha vida em Erasmus. Mas é também verdade que mesmo que lá voltasse já nada seria igual. As pessoas que conheci já não estariam lá... E isto é algo que acontece com muitas coisas na vida e temos que saber aceitar.

Diz-se que não se deve voltar aos lugares onde fomos felizes, mas... Eu muitas vezes acabo por voltar.

Tenho andado afastado do blog, e talvez também um pouco de mim.

Ás vezes ando um pouco em piloto automático. Evito pensar muito, e acabo por cair na rotina de casa, estágio, casa. E quando tenho tempo para mim perco-me em leituras ou em jogos, não porque quero fugir mas sim porque me apetece relaxar.

Talvez deva fazer uma reflexão destes meses que se passaram... Mas não hoje.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Mesmo sabendo...

...não quer dizer que às vezes não custe.

São experiências novas, vivências novas.
Pessoas novas, relações novas.

E sabendo ao que vinha e sabendo que tudo iria terminar, tornando mais fácil, não deixa de me custar saber que vai chegar ao fim.

Por agora tento aproveitar o melhor que posso, sempre que possa. É o que tenho a fazer de melhor, mas às vezes gostaria de poder aproveitar mais, de poder mais, de fazer mais. Mas nem sempre depende só de mim, se bem que eu só o factor mais importante.

Gosto de estar cá, mas o tempo passa mais depressa do que queria, quando eu não quero que ele avance.
E assim estamos quase no final de Abril, data que eu pensava estar distante, mas que chegou mais depressa do que eu desejaria.

Mas a vida é assim, como eu tenho vindo a descobrir aqui, feita de momentos, uns maiores que outros. Em certa altura existem, em outra altura não passam de recordações.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Momentos...

Porque a vida é feita de momentos...

Bons e maus...

Todos têm o seu tempo, e todos acabam..

O melhor que se tem a fazer é aproveitar os bons e ultrapassar os maus....


Ser agradecido pelos bons momentos que a vida nos proporciona e saber aproveitá-los é o melhor que podemos fazer....

Enfim...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Noites assim...

Porque noites assim me sabem maravilhosamente bem... (e podem vir muitas mais)

Porque quero mais e não sei se terei, aproveito sempre até à última.

Porque o beijo que te dou de manhã pode ser o último, o outro que te dou tem especial sabor.

Porque não me és nada, mas contigo sinto-me bem.

E enquanto durar quero aproveitar!

sábado, 31 de março de 2012

Erasmus... Sim!!!

Porque Erasmus era aquilo que eu estava a precisar para a minha vida.
Novas pessoas, novo ambiente, longe de tudo e de todos.

Porque Erasmus me tem feito bem.
Porque Erasmus me tem feito ver quem realmente é importante para mim e o que realmente é importante para mim.

Porque só me faz falta quem eu sinto falta.
Porque só me faz falta quem se preocupa e gosta genuinamente de mim.

Porque aqui é uma vida nova, uma vida completamente diferente do que estava habituado.
Uma vida que está a passar mais depressa do que eu gostaria.
Já se passou um mês e já só faltam mais dois... Sei que me vai custar deixar isto, abandonar isto, as pessoas que conheci, mas sei que terei de passar por isso.
E portanto tento aproveitar o melhor possível, o melhor que conseguir.

Porque precisava desta mudança na minha vida, e estou feliz por ela ter acontecido.


E porque hoje depois de me ter posto a ver fotos... Sinto-me um pouco nostálgico dos momentos passados em convívio com os meus amigos, porque sinto nostalgia dos tempos de erasmus que passaram e porque sinto nostalgia dos tempos que passeia na Alemanha.

Sim estou a ter saudades adiantadas,  mas às vezes acontece-me, especialmente quando estou a gostar tanto que sei que é uma fase que vou recordar sempre com saudade.

Sou feliz e vivo para ser feliz. Obrigado Erasmus e obrigado a mim que tenho crescido mais que nunca.

domingo, 11 de março de 2012

Hoje eu sei... Amanhã quiçá...

Porque há alturas na vida em que temos tempo para nós, em que afastados de tudo o que nos é mais querido, o que nos é conhecido, que afastados das razões dos nossos problemas, conseguimos tirar algumas conclusões. Conseguimos olhar para o que nos rodeia e ver as coisas de forma diferente. Conseguimos ver o que nos afecta. Conseguimos ver o que não nos faz bem. Conseguimos ver o que é falso. Conseguimos ver que há coisas que têm de acabar. Conseguimos ver que há coisas que têm de mudar...

E comigo aconteceu isso...

Consegui ver que os sonhos do meu coração, não são realmente aquilo que eu desejo, mas simplesmente ilusões. Consegui ver que o que eu queria, não passa de um sonho de uma criança. Consegui ver que tu não és aquilo que eu preciso ou quero, mas sim um produto criado na minha imaginação, de acordo com os meus preceitos. Consegui ver que a minha vida teria sido melhor, se me tivesse afastado. Consegui ver que os meus desejos, não passam de infantilidades de alguém que se quer demonstrar. Consegui ver que estou assim, porque talvez seja assim que deva estar. Consegui ver que afinal por detrás de um sorriso, se pode esconder uma faca. Consegui ver que por detrás de uma palavra se pode esconder uma mentira. Consegui ver o que é melhor para mim, não é o que meu coração quer. Consegui ver que o meu futuro passa para não te conhecer. Consegui ver que o destino sabe mais do que eu.

Há alturas como esta, em que sei o que tem de mudar, em que sinto que devo seguir um caminho.
Esse caminho começou com o meu afastamento de tudo o que eu conhecia, para partir para um local desconhecido, rodeado de pessoas desconhecidas. Onde posso novamente dar oportunidade à confiança, e aos sonhos sem receio. Em que posso dar oportunidade às pessoas de se demonstrarem. Em que olho para qualquer pessoa e não recordo o passado. Em que vivo o presente, e não há muito passado. Em que o futuro é incerto mas cheio de possibilidades.

Porque hoje sei que há coisas que devem ficar no passado e não mais devem ser remexidas. Porque hoje sei que quando voltar serei diferente. Porque hoje sei que não mais te revelarei nada. Porque hoje sei que não mais seremos iguais. Porque hoje sei que acabámos, aquilo que eu nunca devia ter começado. Porque hoje sei que nada sei.

Vejo perfeitamente muita coisa, e nesta ilusão de sabedoria, tomei a minha decisão. Na minha ilusão de sabedoria, soube que caminho devia seguir, e quem devia deixar para trás.
Porque no fundo mais mal me foi feito, que bem... Porque no fundo, fui enganado, maltratado, desprezado, ignorado. Porque alguém brincou com os meus sentimentos, e porque eu não sinto merecer o que me foi feito. Porque eu me preocupo demais, com quem se preocupa a menos. Porque eu não sou secundário. Porque eu não sou apenas mais um. Porque eu vou deixar de ser o que sou para ti. Não tenho lugar em mim, para ser o segundo plano. Sou distraído e ingénuo, mas não sou parvo.

E hoje sei que vou guardar o que me foi dado. Que não vou esquecer, mas que não mais vou remexer. Porque hoje sei que não direi mais palavras de carinho, não demonstrarei amor. Porque hoje sei e amanhã não saberei.

Hoje sei que o melhor para mim é longe de ti. Hoje sei que fui e não serei. E hoje sei finalmente o rumo que devo tomar para mim próprio.

Porque às vezes, temos tempo para nós.
Um novo começo, um novo lugar, um novo tempo, do qual tu não farás parte. Um lugar onde fica quem me é importante.

Porque tempo para mim próprio é o que eu tenho agora, longe de tudo e todos. Sei então o que me faz mal e bem. Acordo para a vida, que tenho de viver. Sou eu e apenas eu.