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domingo, 2 de junho de 2013

E hoje vi-te...

...fazia já bastante tempo desde a última vez que te tinha visto ou falado contigo. (A mensagem no dia de anos não conta porque foi apenas uma situação de te dar os parabéns e receber um agradecimento).

Sendo sincero, tinha algumas saudades.

Não sei porquê, quando te vejo sinto sempre algum estranho em mim. Não no mau sentido mas também não sei dizer se num bom sentido.

A verdade é que gosto de falar contigo, sendo que essa oportunidade me foi negada. No entanto, a vontade persiste.

Pareceste-me bem, claro está, isto é o que eu vi em 15/20 minutos de conversa... Mas se assim for o caso, fico contente por saber que estás bem e que as coisas dentro dos possíveis, estão a ir de encontro aos teus objetivos.

 Quanto a mim tenho pena de não falar contigo mais regularmente, mas respeito as decisões e não quero interferir com a vida de ninguém.

Tenho andado tranquilo em relação a estes assuntos, de vez em quando lembro-me ou penso em ti, mas nada de muito relevante. No entanto, ver-te é sempre algo que acaba por mexer comigo de uma forma estranha. Não estou preso a ti, mas também não me esqueci.

É a verdade, não me importa que imagem pode dar, ou que se possa dizer. Gosto de ser sincero comigo mesmo, e especialmente no que diz respeito aos meus sentimentos.

Talvez um dia consiga compreender na totalidade o porquê desde sentimento ou melhor, desta espécie de sentimento.

Foi um encontro inesperado e no qual eu nunca imaginaria. O que me faz pensar mais é o porquê de no meio de tanta gente, num local onde seria muito improvável tu estares, eu mesmo assim ter-te encontrado... Não que ache que tenha algum significado "obscuro", mas independemente disso, pergunto-me "Como?", "Porquê?"...

Em suma, gostei de te ver e de falar contigo. Tinha saudades e como tal considero um aspeto positivo.

Até uma próxima vez, espero eu, poder dizer...