sábado, 31 de março de 2012

Erasmus... Sim!!!

Porque Erasmus era aquilo que eu estava a precisar para a minha vida.
Novas pessoas, novo ambiente, longe de tudo e de todos.

Porque Erasmus me tem feito bem.
Porque Erasmus me tem feito ver quem realmente é importante para mim e o que realmente é importante para mim.

Porque só me faz falta quem eu sinto falta.
Porque só me faz falta quem se preocupa e gosta genuinamente de mim.

Porque aqui é uma vida nova, uma vida completamente diferente do que estava habituado.
Uma vida que está a passar mais depressa do que eu gostaria.
Já se passou um mês e já só faltam mais dois... Sei que me vai custar deixar isto, abandonar isto, as pessoas que conheci, mas sei que terei de passar por isso.
E portanto tento aproveitar o melhor possível, o melhor que conseguir.

Porque precisava desta mudança na minha vida, e estou feliz por ela ter acontecido.


E porque hoje depois de me ter posto a ver fotos... Sinto-me um pouco nostálgico dos momentos passados em convívio com os meus amigos, porque sinto nostalgia dos tempos de erasmus que passaram e porque sinto nostalgia dos tempos que passeia na Alemanha.

Sim estou a ter saudades adiantadas,  mas às vezes acontece-me, especialmente quando estou a gostar tanto que sei que é uma fase que vou recordar sempre com saudade.

Sou feliz e vivo para ser feliz. Obrigado Erasmus e obrigado a mim que tenho crescido mais que nunca.

domingo, 11 de março de 2012

Hoje eu sei... Amanhã quiçá...

Porque há alturas na vida em que temos tempo para nós, em que afastados de tudo o que nos é mais querido, o que nos é conhecido, que afastados das razões dos nossos problemas, conseguimos tirar algumas conclusões. Conseguimos olhar para o que nos rodeia e ver as coisas de forma diferente. Conseguimos ver o que nos afecta. Conseguimos ver o que não nos faz bem. Conseguimos ver o que é falso. Conseguimos ver que há coisas que têm de acabar. Conseguimos ver que há coisas que têm de mudar...

E comigo aconteceu isso...

Consegui ver que os sonhos do meu coração, não são realmente aquilo que eu desejo, mas simplesmente ilusões. Consegui ver que o que eu queria, não passa de um sonho de uma criança. Consegui ver que tu não és aquilo que eu preciso ou quero, mas sim um produto criado na minha imaginação, de acordo com os meus preceitos. Consegui ver que a minha vida teria sido melhor, se me tivesse afastado. Consegui ver que os meus desejos, não passam de infantilidades de alguém que se quer demonstrar. Consegui ver que estou assim, porque talvez seja assim que deva estar. Consegui ver que afinal por detrás de um sorriso, se pode esconder uma faca. Consegui ver que por detrás de uma palavra se pode esconder uma mentira. Consegui ver o que é melhor para mim, não é o que meu coração quer. Consegui ver que o meu futuro passa para não te conhecer. Consegui ver que o destino sabe mais do que eu.

Há alturas como esta, em que sei o que tem de mudar, em que sinto que devo seguir um caminho.
Esse caminho começou com o meu afastamento de tudo o que eu conhecia, para partir para um local desconhecido, rodeado de pessoas desconhecidas. Onde posso novamente dar oportunidade à confiança, e aos sonhos sem receio. Em que posso dar oportunidade às pessoas de se demonstrarem. Em que olho para qualquer pessoa e não recordo o passado. Em que vivo o presente, e não há muito passado. Em que o futuro é incerto mas cheio de possibilidades.

Porque hoje sei que há coisas que devem ficar no passado e não mais devem ser remexidas. Porque hoje sei que quando voltar serei diferente. Porque hoje sei que não mais te revelarei nada. Porque hoje sei que não mais seremos iguais. Porque hoje sei que acabámos, aquilo que eu nunca devia ter começado. Porque hoje sei que nada sei.

Vejo perfeitamente muita coisa, e nesta ilusão de sabedoria, tomei a minha decisão. Na minha ilusão de sabedoria, soube que caminho devia seguir, e quem devia deixar para trás.
Porque no fundo mais mal me foi feito, que bem... Porque no fundo, fui enganado, maltratado, desprezado, ignorado. Porque alguém brincou com os meus sentimentos, e porque eu não sinto merecer o que me foi feito. Porque eu me preocupo demais, com quem se preocupa a menos. Porque eu não sou secundário. Porque eu não sou apenas mais um. Porque eu vou deixar de ser o que sou para ti. Não tenho lugar em mim, para ser o segundo plano. Sou distraído e ingénuo, mas não sou parvo.

E hoje sei que vou guardar o que me foi dado. Que não vou esquecer, mas que não mais vou remexer. Porque hoje sei que não direi mais palavras de carinho, não demonstrarei amor. Porque hoje sei e amanhã não saberei.

Hoje sei que o melhor para mim é longe de ti. Hoje sei que fui e não serei. E hoje sei finalmente o rumo que devo tomar para mim próprio.

Porque às vezes, temos tempo para nós.
Um novo começo, um novo lugar, um novo tempo, do qual tu não farás parte. Um lugar onde fica quem me é importante.

Porque tempo para mim próprio é o que eu tenho agora, longe de tudo e todos. Sei então o que me faz mal e bem. Acordo para a vida, que tenho de viver. Sou eu e apenas eu.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

E nova mudança,,,

E como o tempo passa rápido quando estamos bem.
Tendo chegado dia 19 deste mês a um país diferente e casa diferente, a mudança já foi grande. Mas estando num ambiente familiar não foi tão acentuada.

Agora que já me ia acomodando a estar aqui a chamar este lugar de "casa", eis que surge nova mudança, desta vez dentro do mesmo país (mas que é na mesma diferente do meu país natal), para uma cidade diferente, num ambiente completamente desconhecido.

Agora sim, a minha experiência Erasmus vai verdadeiramente começar.

Só espero que corra tudo bem e que goste do sítio onde irei ficar estes três próximos meses.
Acho que só preciso de estar disponível, saber aproveitar os bons momentos e ter força para enfrentar alguma adversidade...

Contudo, sinto-me ligeiramente "nervoso" com esta nova mudança, pois esta sim vai-me por a à prova.

Em tão pouco tempo tanta mudança, realmente isto tem sido bom para mim estes ares.

Os "problemas" ou pensamentos que me perturbavam antes são agora mais esbatidos e poucas vezes lembrado. Tem-me feito bem conhecer novos sítios, estar em novos ambientes, e espero que a partir de agora consiga conhecer novas pessoas e divertir-me.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

E fui bem recebido...

Bem após o meu primeiro dia completo na Alemanha, tem corrido tudo bem.

Isto de estar em casa de familiares e não sozinho, muda muita coisa. Mas daqui a uns tempos nova mudança, desta vez para um sitio sozinho, e aí é que vou ser mesmo posto à prova.

Agora apesar de estar tudo bem, acho que o meu sistema imunitário me está a querer pregar uma partida, e está a querer fazer-me estrear na Alemanha com uma doençazita manhosa..

De resto se não pensar muito do que deixei em casa, acho que vai ser muito saudável esta mudança de ares.
E se gostar e tiver sorte, podia ser que num futuro próximo, viesse para cá viver...

Mas para já o meu lema é um dia de cada vez....

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Erasmus espera-me...

Aí vou eu, pronto ou não... Amanhã parto...

E que eu seja forte o suficiente para superar todas as adversidades, e que consiga aproveitar o melhor possível...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Abraços...

Há abraços que valem por muito, mesmo muito.
Há abraços que nos consolam.
Há abraços que nos preenchem.
Há abraços dos quais sentimos saudades.
Há abraços que nos fazem sorrir.
Há abraços que nos acalmam.
Há abraços que nos dão força.
Há abraços que nos fazem acreditar.
Há abraços que nos fazem desejar.
Há abraços que nos fazem chorar.

E o Teu abraço, tem todos estes tipos de abraços, num só.
É especial... Sei o que sinto e tenho pena de não saber o que deva fazer ou dizer...

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Dúvidas e incertezas...

Quando nada é certo e se sente um vazio, os sentimentos faltam e as emoções vacilam...
A vontade esmorece, os sonhos murcham e eu não posso deixar que esta sensação me domine...

Talvez o que esteja mesmo a precisar seja de novos ares, com pessoas novas talvez...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

E mesmo assim..

Mesmo com baixas expectativas, ideias contrárias e sonhos reduzidos consigo ter desilusões... Enfim...

Definitivamente não estou na minha melhor fase.... Nada corre como eu quero, saindo praticamente tudo ao lado...

E chega uma altura em que me começo a fartar e só me apetece "fugir"...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Fase "manhosa"

Este início de Janeiro foi um pouco "complicado" para a minha pessoa...
E após algumas reflexões, percebi bem o porquê (ou pelo menos assim acho).


Primeiro com tudo o que aconteceu (ou não, melhor dizendo) no campo sentimental, fiquei mais sensível e um pouco em baixo, dado que foram assuntos que mexeram bastante comigo e não tiveram o desfecho que eu no fundo mais gostaria que tivesse ocorrido. Não que acreditasse que fosse ser diferente, mas sentia que podia ser diferente e sei que uma parte de mim desejava que tal acontecesse. Como não aconteceu nada, e ainda tomei consciência do que realmente estava a acontecer, não abonou nada a meu favor. Portanto considero que entrei, neste novo ano, debilitado psicologicamente...
Estava bastante confuso, sem saber em que acreditar ou o que desejar, e triste por não poder estar contigo ou não poder agir contigo da forma que mais gostaria, começando a ver, que o desejo de nos darmos bem e sermos próximos era cada vez mais um desejo de uma "criança ingénua", que acreditava que em todos os amores pode haver finais felizes.
E com estas "brincadeiras" passadas, mas com o "dano" feito entrei, em 2012, desgastado interiormente. A verdade é que no início, não o senti e estudei e preparei-me para os exames... No entanto após o primeiro exame que me correu pessimamente e a respectiva saída da nota trágica, fui afectado mais do que estava à espera.
O problema é que já tive uns ligeiros problemas com as "notas" e médias e afins, e a nota que tive nesse exame, veio tocar mesmo nesse ponto (um dos meus pontos fracos pelos vistos), quando eu não estava a 100%. Conclusão, bateu forte e feio, e destroçou por uns tempos a minha confiança e acima de tudo encheu-me de um sentimento de tristeza, frustração e impotência. E porquê? Porque vi o meu objectivo de acabar o curso com uma determinada média (e para o qual as coisas estavam razoavelmente encaminhas) ir por água abaixo... E isto de perder 2 grandes sonhos, num tão curto espaço de tempo (pelo menos para mim), foi digamos que carga a mais para a minha camioneta.
Abalou-me bastante e andei durante algum tempo a debater-me com sentimos que não sentia há bastante tempo e com os quais só tinha lidado na altura das minhas "crises", foi quase como um voltar ao passado. O que me deixou sem saber bem o que fazer...

Ora isto foi o que me provocou este início de Janeiro "complicado" e com o qual me andei a debater, para não me enterrar mais fundo. Porque aprendi (com os erros, mas aprendi) que de nada vale mergulhar na tristeza e no pessimismo já que não é isso que vai mudar a situação, por isso, tentava, da melhor forma que sabia, animar-me e tentar arranjar algo a que me pudesse agarrar. Se bem que no meio disto tudo não sabia bem onde me refugiar, sentia-me perdido e ligeiramente sozinho. Sabendo que quem está mais próximo de mim das duas uma, ou não iria ligar, ou eu não me sentia à vontade para desabafar.

Por isto, andei desanimado e perdido durante uns dias, se bem que as coisas agora começaram a melhorar (felizmente) não está tudo perfeito, sei que ainda estou tremido, mas sinto-me melhor e com mais energias positivas...

E pronto de uma forma atabalhoada, ou pelo menos da forma que isto ia surgindo no meu pensamento, julgo ter sido isto que mais me afectou.


P.S: E já falta menos de um mês para partir, o tempo voa... E sei que quando der por mim, já estou noutro país, sozinho e a tentar orientar-me... Vai ser um grande desafio, do qual eu espero conseguir colocar-me à altura.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Reflexão 2011

Esta divagação/reflexão vem tarde, mas mentalmente já a tinha dito para mim que a iria fazer, por isso mais vale tarde do que nunca.


Ano 2011

Mais um ano que se passou, nada de muito especial, nenhuma mudança em grande na minha vida, mas ainda assim um ano com mudanças que eu jamais imaginaria. No entanto no geral, foi um ano em que percebi mais do que um vez o quão monótona a minha vida se tinha tornado. Sem novidade e sem grandes sentimentos pelo meio...
Foi um ano que me custou em certa medida, foi um ano de bastante trabalho e muitas vezes em matérias/temas pelos quais não tinha o menor interesse. Foi um ano que me cansou em termos de faculdade, dado que me custou bastante determinadas alturas pela dificuldade que sentia em me motivar para fazer algo.
Foi também um ano para mim em que me afastei de afastamentos e aproximações (não sei se será bem este o termo, mas não encontro nenhum melhor).
Afastei-me de pessoas que não me faziam bem, e com as quais já não me sentia tão bem, e aproximei-me de outras pelo qual tinha um grande carinho, mas que por uma ou outra circunstância nos tínhamos afastado. Assim quis aproveitar estes últimos tempos de faculdade para reatar esses nós e queimar algumas pontas soltas.
E se tinha pontas soltas? Tinha... Mais do que eu julgava ter e, para variar, a maior parte delas estavam relacionadas contigo. Conversámos sobre algumas coisas que tinham ficado mal esclarecidas, esclarecemos outras, e deixámos novas por esclarecer. Tentei ser sempre sincero naquilo que te disse, e tentei sempre obter sinceridade.
Na verdade, custou-me remexer esses assuntos, mas tinha de ser feito, pois só assim poderia dar o assunto por terminado e não andar sempre a ir buscá-lo. E nunca imaginei fazê-lo realmente, imaginava mentalmente ter determinadas conversas contigo, mas nunca da forma que ocorreu (e acho que é assim que acontece sempre, por muito que se imagine nunca corre como esperado). Conversei contigo na Farmo de uma forma que não projectei, calhou, surgiu e iniciámos a conversa. Talvez tivéssemos muito a dizer um ao outro, talvez não tivéssemos nada. A realidade é que fui buscar coisas há muito guardadas, mas nem por isso esquecidas e ouvi coisas de ti que me deixaram na dúvida (apesar de todos os avisos e de eu achar que nada ia suceder) na minha cabeça ou coração surgiram perguntas. Porque a minha vontade era uma, mas a realidade foi outra. Não sei se assim foi melhor, talvez tenha sido. Certamente que não foi o final que eu mais gostaria, mas ainda assim não foi o pior final que poderia ter imaginado.
Preferi assim, que tivéssemos conversado e que apesar de tudo tivéssemos dito algumas coisas que tinham ficado por dizer.
E isto nunca eu tinha imaginado que fosse realmente acontecer. Mexeu comigo mais do que eu pensava, e fez-me sonhar contigo e acreditar que um dia poderia voltar a estar a teu lado, mas hoje vejo que isso não irá acontecer, e sinto ainda que nem "muito próximos" iremos ficar... Se me tivessem dado a escolher teria escolhido ficar contigo, mas será que isso era o correcto? Será que seria realmente o que eu queria? Depois de tudo, nem sei se estaria a ser justo comigo... Mas sei que estaria a ser muito injusto contigo, pois era como se quisesse destruir o que de bonito tens na tua relação para tentar trazer para mim... Talvez tenha sido pelo melhor, não sei, só sei que me custou, ver-te partir quando sentia que podia haver algo entre nós.
O futuro não sei o que nos reserva, mas tal como senti que podíamos ser algo mais na altura, sinto hoje que talvez não vá ser assim nunca, e talvez no próximo ano (2012) marque o nosso fim... Só o tempo o dirá...
Outro aspecto marcante nas minhas aproximações foi o facto de ter voltado a falar bem e de forma saudável com a A., há algum tempo que pouco falávamos, mas sendo uma pessoa que esteve a meu lado quando mais precisei e com a qual tinha uma boa amizade, era uma das que mais me custava acabar a faculdade da forma em que estávamos, e assim pouco a pouco, voltámos a falar e fomo-nos reaproximando. Senti-me feliz com isso, pois os bons amigos não os devemos deixar fugir.
Foi um ano que pouco e bastante mudou na minha vida. Nada de relevante, mas estas pequenas coisas que aconteceram tiveram a sua grandeza dentro de mim.
De resto nada do que projectei no inicio do ano se concretizou... E por isso decidi no final deste ano não voltar a criar expectativas sobre tantas coisas como antes. Expectativas essas que me magoaram quando não as vi concretizadas e por isso decidi mudar isso. Não espero mais grandes coisas, deixo a vida seguir o seu rumo e tento aproveitar as oportunidades que surgem. Pelo menos esta foi a resolução que trouxe comigo para 2012.

2011 foi um ano que passou sem grandes acontecimentos mas que se passou bem, com amigos, com as pessoas que me são importantes, com as pessoas que fazem parte da minha vida, com as pessoas que eu estimo e amo. Se faltaram muitas coisas? Sim, talvez nem foram muitas, mas faltam coisas bastantes importantes que ainda não foi em 2011 que as adquiri. No entanto, com tudo o que aconteceu, talvez tenha uma razão de ser, talvez eu não estivesse preparado e desejasse coisas com as quais não saberia lidar depois.


2012 vai ser um ano de grandes mudanças na minha vida... Um ano em que não sei o que me espera (nos outros também não sabia, mas suponha, neste nem isso). Será um ano que me vai pôr a prova, será um ano que vou ter de mostrar a mim mesmo do que sou capaz. Será um ano em que não posso desistir, nem deixar de lutar pelos meus sonhos. Será um ano em que terei de vencer a minha crescente descrença no Amor e nas pessoas. Será um ano em que quero continuar a amar e a sonhar com mais, sem me deixar levar. E será um ano sem expectativas, pelo menos no máximo que conseguir.

Porque o dia de amanhã é um dia novo cheio de novas oportunidades!


P.S: E assim cumpro aquilo a que me prometi, fazer uma breve reflexão do mais marcante do ano passado. Por este prisma nada de especial sucedeu e por isso disse que a minha vida tinha entrado numa monotonia.
Em breve precisava aqui de escrever mais um pouco sobre o que me levou a estar mais em baixo neste inicio de ano... Sei bem o que foi... Foi um cocktail de situações "menos boas" numa altura em que estava mais sensível... Mais noutro dia irei dedicar-me ao assunto.