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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Reflexões Aleatórias

Passou uma semana desde a última vez que falámos.. E na minha modesta opinião penso que mais irão passar. Não acredito que comeces uma conversa comigo, porque acho que não concordaste com aquilo que te disse. E por isso julgo que me falas se eu te falar, mas que se eu não falar também não o farás. Tudo bem.. Não era o que queria, mas vou respeitar a tua decisão, que ti certamente dirás que foi minha.
E assim ficamos....

Mudando para outros campos. Este fim de semana vou ter de começar a estudar um pouco para o exame que aí vem.. Verdade seja dita, tenho medo mas não tenho vontade... E pior às vezes até penso que podia chumbar de propósito para mudar de vida, nas se me perguntarem o que quero eu mudar ou fazer não sei dizer. Acho que é só um pensamento cobarde e preguiçoso. Se chumbar não será por querer. Vou tentar dar o meu melhor e esforçar-me.. Mas não é fácil, os fins de semana que eu gosto tanto, em que posso simplesmente descansar ou não fazer nada de especial vai agora ser preenchidos com estudo e todas as outras tarefas que já tinha. A ver vou como me vou safar. Uma coisa é certa, tenho de me esforçar e estudar se quero atingir o meu objetivo final.

Um dia de cada vez!


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Fase "manhosa"

Este início de Janeiro foi um pouco "complicado" para a minha pessoa...
E após algumas reflexões, percebi bem o porquê (ou pelo menos assim acho).


Primeiro com tudo o que aconteceu (ou não, melhor dizendo) no campo sentimental, fiquei mais sensível e um pouco em baixo, dado que foram assuntos que mexeram bastante comigo e não tiveram o desfecho que eu no fundo mais gostaria que tivesse ocorrido. Não que acreditasse que fosse ser diferente, mas sentia que podia ser diferente e sei que uma parte de mim desejava que tal acontecesse. Como não aconteceu nada, e ainda tomei consciência do que realmente estava a acontecer, não abonou nada a meu favor. Portanto considero que entrei, neste novo ano, debilitado psicologicamente...
Estava bastante confuso, sem saber em que acreditar ou o que desejar, e triste por não poder estar contigo ou não poder agir contigo da forma que mais gostaria, começando a ver, que o desejo de nos darmos bem e sermos próximos era cada vez mais um desejo de uma "criança ingénua", que acreditava que em todos os amores pode haver finais felizes.
E com estas "brincadeiras" passadas, mas com o "dano" feito entrei, em 2012, desgastado interiormente. A verdade é que no início, não o senti e estudei e preparei-me para os exames... No entanto após o primeiro exame que me correu pessimamente e a respectiva saída da nota trágica, fui afectado mais do que estava à espera.
O problema é que já tive uns ligeiros problemas com as "notas" e médias e afins, e a nota que tive nesse exame, veio tocar mesmo nesse ponto (um dos meus pontos fracos pelos vistos), quando eu não estava a 100%. Conclusão, bateu forte e feio, e destroçou por uns tempos a minha confiança e acima de tudo encheu-me de um sentimento de tristeza, frustração e impotência. E porquê? Porque vi o meu objectivo de acabar o curso com uma determinada média (e para o qual as coisas estavam razoavelmente encaminhas) ir por água abaixo... E isto de perder 2 grandes sonhos, num tão curto espaço de tempo (pelo menos para mim), foi digamos que carga a mais para a minha camioneta.
Abalou-me bastante e andei durante algum tempo a debater-me com sentimos que não sentia há bastante tempo e com os quais só tinha lidado na altura das minhas "crises", foi quase como um voltar ao passado. O que me deixou sem saber bem o que fazer...

Ora isto foi o que me provocou este início de Janeiro "complicado" e com o qual me andei a debater, para não me enterrar mais fundo. Porque aprendi (com os erros, mas aprendi) que de nada vale mergulhar na tristeza e no pessimismo já que não é isso que vai mudar a situação, por isso, tentava, da melhor forma que sabia, animar-me e tentar arranjar algo a que me pudesse agarrar. Se bem que no meio disto tudo não sabia bem onde me refugiar, sentia-me perdido e ligeiramente sozinho. Sabendo que quem está mais próximo de mim das duas uma, ou não iria ligar, ou eu não me sentia à vontade para desabafar.

Por isto, andei desanimado e perdido durante uns dias, se bem que as coisas agora começaram a melhorar (felizmente) não está tudo perfeito, sei que ainda estou tremido, mas sinto-me melhor e com mais energias positivas...

E pronto de uma forma atabalhoada, ou pelo menos da forma que isto ia surgindo no meu pensamento, julgo ter sido isto que mais me afectou.


P.S: E já falta menos de um mês para partir, o tempo voa... E sei que quando der por mim, já estou noutro país, sozinho e a tentar orientar-me... Vai ser um grande desafio, do qual eu espero conseguir colocar-me à altura.

domingo, 18 de setembro de 2011

Divagando...

Há muito que não escrevo.
Não por falta de tempo, não por falta de paciência, mas sim por falta de novidade na minha vida.
Até agora muito pouco entrou de novo na minha vida, ou pelo, menos algo que mereça grande atenção da minha parte.
Continuo à procura do que procurava.
Continuo a sentir o que sentia.
Continuo a sonhar com o que sonhava.
O que me leva a escrever é uma vontade de às vezes, libertar o que vai na minha alma e coração, sem medo de julgamentos.
É falar de coração aberto a algo que a mim está aberto.
O papel é para mim, às vezes, o meu melhor confidente, pois escuta melhor do que ninguém e não me julga, deixando para mim a tarefa de reflectir no que fiz.
Mas quando o assunto é sempre o mesmo as palavras acabam por faltar, ou melhor, por se repetirem e é nesse momento que o papel perde o seu encanto para mim. Porque, simplesmente não vale a pena estar sempre a bater no mesmo, vale sim encontrar uma solução.
Considero-me sensível e atencioso para quem eu considero que mereça, mas poucos querem conhecer mais de mim, além daquilo que eu mostro, que muitas das vezes não corresponde a quem eu realmente sou.
Não há muita gente que eu ache merecedora da minha preocupação. Porquê? Porque simplesmente nunca mostraram qualquer interesse pela minha pessoa. Logo, porque hei-de eu me preocupar?
Das poucas pessoas pelas quais eu tenho mais estima e um sentimento especial, uma delas é a M. Ela pode estar com outro, ser feliz com outro, ter-me feito sofrer como nunca tinha sofrido, mas por incrível que pareça é uma das pessoas que eu mais gosto de falar, de saber se está bem e feliz. Tenho um sentimento por ela que nunca senti por mais ninguém. Um sentimento que já não sei bem o que é... Talvez uma mistura de carinho, amor, dor, amizade... Apenas sei que é especial para mim, mas se eu dissesse isto a alguém não iriam perceber.
Estou receptivo ao Amor mas até agora nada quis comigo. Todas as minhas tentativas de criar algo, foram recusadas e como tal, entrei num modo em que já não acredito que encontrarei alguém nos próximos tempos.
Vou-me habituando à vida de solteiro, mas por todas as vantagens que possa ter, prefiro a vida partilhada com alguém. O sabor de viver momentos a dois, a felicidade de sentir que alguém se preocupa comigo, o calor dos momentos de cumplicidade, são sentimentos que eu amo e dos quais sinto bastante saudade. Não acredito que tenha nascido para viver sozinho...
Por todos os erros que cometi talvez tenha merecido esta situação.
Mas tenho tentando melhorar, tenho feito por melhorar.
Acredito nos sonhos, mas cada vez mais os meus sonhos são apenas sonhos, ou pelo menos, assim me parece.
Vivo, em certos momentos, dos restos do Amor que tive, sonhando com o dia em que vou encontrar mais, sonhando com o dia em que poderei voltar a ser mais do que um só.
A meu ver nada é eterno, a não ser os sentimentos verdadeiros.
Não deixarei de lutar, de acreditar, nem de sonhar mas há dias em que nem sempre é fácil

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Há coisas...

Há coisas na vida que sendo como são, jamais serão como foram.
Por isso vive-se o presente, recorda-se o passado e sonha-se com o futuro.
Saudade é o que se sente, não o que se vive.